quinta-feira, 31 de maio de 2012

TEMPLO BAHA'Í DA ÍNDIA

Compartimos con ustedes un video sobre el Templo bahá'í de la India. El enlace es el siguiente:

domingo, 27 de maio de 2012

BAHÁ''I QUOTES

Allegiance to the Faith cannot be partial and half-heated. Either we should accept the Cause without any qualification whatever, or cease calling ourselves Bahá’ís. The non-believers should be made to realize that it is not sufficient for them to accept some aspect of the teachings and reject those not sufficient for them to accept some aspects of the teachings and reject those which cannot suit their mentality in order to become fully-recognized and active followers of the Faith. In this way all sorts of misunderstanding will vanish and the organic unity of the Cause will be preserved.
(Shoghi Effendi, Lights of Guidance, p. 69)



A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z

domingo, 13 de maio de 2012

“Let your vision be world embracing…” - Bahá’u’lláh

From: Nancy , 2012/5/13



A song dedicated to the centenary of the Beloved Master's travels to the West Music and words: Alan McKay Voices: Grant Hindin Miller. Sonbol Taefi, Elika Ma...
 
Enjoy
 
 

Throughout history, God has revealed Himself to humanity through a series of divine Messengers, whose teachings guide and educate us and provide the basis for the advancement of human society. These Messengers have included Abraham, Krishna, Zoroaster, Moses, Buddha, Jesus, and Muhammad. Their religions come from the same Source and are in essence successive chapters of one religion from God.
Bahá’u’lláh, the latest of these Messengers, brought new spiritual and social teachings for our time. His essential message is of unity. He taught the oneness of God, the oneness of the human family, and the oneness of religion.
Bahá'u'lláh said, “The earth is but one country and mankind its citizens,” and that, as foretold in all the sacred scriptures of the past, now is the time for humanity to live in unity.
Founded more than a century and a half ago, the Bahá'í Faith has spread around the globe. Members of the Bahá'í Faith live in more than 100,000 localities and come from nearly every nation, ethnic group, culture, profession, and social or economic background.
Bahá'ís believe the crucial need facing humanity is to find a unifying vision of the nature and purpose of life and of the future of society. Such a vision unfolds in the writings of Bahá'u'lláh
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Sacred Texts: Baha'i texts

www.sacred-texts.com/bhi/index.htm - Traduzir esta página
These texts are verbatim from the offical Baha'i file server. They are presented with no alterations. These texts are copyrighted but redistributable freely under the ...

segunda-feira, 19 de março de 2012

Naw-Rúz: tradição milenar celebrada mundialmente por milhões de pessoas



Quando o Sol ilumina a terra inteira com a mesma intensidade, diversas tradições comemoram a chegada de um Novo Ano

19/3/2012 , fonte: site da ABEN: (adaptado)
www.bahai.org.br/noticias
O antigo festival persa do Ano Novo sobreviveu à conquista árabe e, muitos séculos depois, continua a ser comemorado por diversas culturas e comunidades religiosas, como o Zoroastrianos, os Sufís e os Bahá’ís. É realizado no primeiro dia do ano solar corresponde ao equinócio de outono no hemisfério sul e de primavera vernal no hemisfério norte. 
Abdu’l-Bahá explica, em uma de Suas epístolas, o fenómeno astrológico observado nesse dia: “Neste momento, o sol aparece no meridiano e dia e noite são iguais. Até o dia de hoje, o Pólo Norte estava escuro. Hoje o sol aprece em seu horizonte. Hoje o sol nasce e se põe na linha equatorial e os dois hemisférios são igualmente iluminados.”

“Este dia sagrado, quando o sol ilumina igualmente a terra inteira, se chama o equinócio”, explica 'Abdu'l-Bahá, “e o equinócio é o símbolo do Manifestante de Deus. O Sol da Verdade se levanta no horizonte da Misericórdia Divina e dele emanam seus raios. Este dia é consagrado à comemoração disso... Quando o sol aparece no equinócio, provoca movimento em todas as coisas. O mundo mineral é posto em moção, as plantas começam a brotar, o deserto é transformado em planície, as árvores florescem e todas as coisas viventes respondem, inclusive os corpos dos animais e dos homens.” 


“O subir do sol no equinócio é o símbolo da vida... [É] o símbolo dos Divinos Manifestantes de Deus, pois a ascensão do Sol da Verdade no Céu da Bondade Divina estabeleceu o sinal de Vida para o mundo. A realidade humana começa a viver, nossos pensamentos são transformados e nossa inteligência é despertada. O Sol da Verdade dá Vida Eterna, assim como o sol físico é a causa da vida terrestre”, declara Ele. 

Renovação espiritual

O ano de 2012 na Era Cristã corresponde ao 169º ano na
Era Bahá'í. O calendário instituído pelo Báb, Profeta Precursor da Fé Bahá'í, é composto por 19 meses, cada um com 19 dias. Os meses recebem nomes correspondentes a um atributo de Deus, assim como ocorre com cada um de seus dezanove dias. O primeiro dia e o primeiro mês são denominados Esplendor (Bahá, em árabe), e assim, o primeiro dia do ano é chamado o dia de Esplendor no mês de Esplendor. O Báb o chamou de Dia de Deus, e associou-o "Àquele que Deus tornará Manifesto", uma figura messiânica em Seus escritos. Os dezoito dias subsequentes do primeiro mês foram associados às dezoito Letras da Vida, os apóstolos do Báb, prevendo uma celebração que duraria dezanove dias.

Os Bahá’ís acreditam que Bahá'u'lláh é o Messias prometido pelo Báb. Ele reafirmou o calendário e instituiu o Naw-Rúz como dia sagrado. De acordo com Seus ensinamentos, O Naw-Rúz ocorre no dia seguinte ao término do jejum bahá'í, e está associado ao Máximo Nome de Deus. É um festival para aqueles que observaram o jejum. 
A noção simbólica da renovação do tempo em cada dispensação religiosa foi feita explícita pelos escritos do Báb e de Bahá'u'lláh, e o calendário e ano novo tornaram essa metáfora espiritual mais concreta. `Abdu'l-Bahá explicou o significado do Naw-Rúz em termos da primavera e da nova vida que ele traz. Ele explicou que o equinócio é um símbolo dos Manifestantes de Deus, que inclui Jesus, Muhammad, o Báb e Bahá'u'lláh, entre Outros mais antigos e Os que virão futuramente. A mensagem proclamada por esses Mensageiros é como uma primavera espiritual, celebrada durante o Naw-Rúz. 

Um pouco de tradição

Até hoje, várias famílias no Irã costumam seguir a tradição de se levantar cedo de manhã no dia 20 de março para buscar água em poços e córregos. Trazida em jarros, a água é então derramada sobre as pessoas, que se vestem com roupas novas e servem comidas especiais para celebrar a chegada do Naw-Ruz. 

Um mês antes ocorre a “Khouneh Tekouni” (que, literalmente, significa “sacudir a casa”), quando as casas recebem uma limpeza completa na qual móveis antigos são substituídos por uma nova decoração. A mesa decorativa é posta com uma semana de antecedência, sendo enfeitada com uma cópia do Livro Sagrado, um espelho, velas, vasos com brotos verdes, flores, frutos, moedas, pão, ovos cozidos coloridos pintados no estilo oriental e mais sete artigos cujos nomes em persa comecem com a letra "s". Todos estes são alimentos ou símbolos de riqueza, crescimento e fertilidade. 

Na noite anterior ao Naw-Rúz, as famílias se reúnem em torno de fogueiras ao ar livre, todos vestidos com o seu melhor traje. Sentados à mesa, esperam ansiosamente o anúncio – no rádio ou na televisão – do momento exato do equinócio vernal. Após recitar as orações reveladas para este dia sagrado, os familiares se saúdam com um beijo e o desejo de um Feliz Ano Novo. 

No mundo ocidental, a celebração assume características das culturas em que está inserida – e as comunidades Bahá’ís portuguesas não ficam de fora dessa tradição. É comum a realização de eventos comunitários para os quais são convidados familiares e amigos. A programação é geralmente composta por um momento de orações seguido de apresentações artísticas e comidas diversas. Palestras, dança….

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Atualidade noticiosa:

1. 
Religião

Portugal com menos católicos e mais protestantes

por DN.pt, 2012/4/17

Há cada vez menos católicos em Portugal e cada vez mais protestantes/evangélicos e Testemunhas de Jeová, revela um estudo do Centro de Estudos de Religiões e Culturas da Universidade Católica Portuguesa.
"Pode observar-se um decréscimo relativo da população que se declara católica e um incremento da percentagem relativa às outras posições de pertença religiosa, com um particular destaque para o universo protestante (incluindo os evangélicos)", refere o relatório interpretativo do "Inquérito 2011" que compara dados de 1999 com um outro inquérito realizado no final do ano passado.
O estudo, que pretende perceber como é que os portugueses se situam perante o fenómeno religioso, revela que, nos últimos onze anos, os católicos diminuiram 7,4 por cento (%), passando de 86,9% da população para 79,5%.
Ao contrário da tendência de diminuição de católicos, duplicou a percentagem de pessoas com uma religião diferente da católica (2,7% em 1999 para 5,7%), assim como cresceu o número de pessoas sem qualquer religião (de 8,2% para 14;2%), um aumento que se sentiu em todas as categorias: os indiferentes passaram de 1,7 para 3,2; os agnósticos de 1,7 para 2,2 e os ateus de 2,7% para 4,1%.
Entre a população crente com religião, a grande maioria continua a ser católica, mas tem vindo a reduzir o seu peso: no final do século passado representavam a quase totalidade dos crentes com 97%, enquanto agora esse grupo representa 93,3%.
O inquérito mostra um aumento de protestantes/evangélicos (que passaram de 0,3% para 2,8%) e das Testemunhas de Jeová, que em 1999 representavam um por cento e agora são 1,5%. Os "outros cristãos" também aumentaram uma décima (1,5% para 1,6%) assim como os pertencentes a religiões não cristãs (eram 0,2 e agora são 0,8%).

sábado, 3 de março de 2012

Jejum – revigorando as forças espirituais latentes na alma

Jejum – revigorando as forças espirituais latentes na alma



Durante 19 dias, bahá'ís por todo o globo se abstém de alimentos e bebidas, do nascer ao por-do-sol

2/3/2012 21:01:09
 
O nascer do sol do dia 2 de março representa um momento importante na vida de milhares de bahá'ís por todo o mundo. É o início do período do jejum, realizado durante o mês Sublimidade ('Alá) – o último do calendário bahá'í.
Nas primeiras horas deste dia, a cada ano, essas pessoas se levantam para fazer sua primeira refeição do dia, realizar orações e meditações e, então, passar as próximas longas horas sem ingerir alimentos e bebidas, até que o sol volte a se por e a noite comece a derramar seu manto escuro sobre as cidades, vilarejos e áreas mais remotas. A abstinência se dá em observância a uma lei espiritual revelada por Bahá’u’lláh há mais de 160 anos.
Para além do seu componente material, o jejum tem um forte significado espiritual. Afinal, quem consegue ficar o dia inteiro sem ingerir nada tem força de vontade suficiente para tomar muitas outras decisões acerca da maneira como conduz sua vida diária. Sobre este tema, 'Abdu'l-Bahá declarou:
“Este jejum material é sinal exterior do jejum espiritual; é símbolo de auto-controle, da renúncia de todos os apetites do ego, de aquisição das características do espírito, do deixar-se dominar pelo êxtase dos sopros celestiais, e do estar aceso com o amor de Deus.”1
Os curiosos geralmente perguntam aos bahá'ís em jejum como eles conseguem obedecer a uma regra tão exigente. “As pessoas de pronto perguntam”, comenta Ceres Araújo, ‘Vocês não bebem nem água durante as 12 horas do dia?’ “Não, não tomamos nenhum líquido e nem ingerimos nenhum tipo de alimento neste período.”, afirma ela, convicta.
“Nosso organismo é assim como uma máquina. Ele precisa parar um pouco de funcionar, descansar. Nossa alma é que passa a receber, em abundância, neste período tão especial, seus alimentos necessários: orações que são como águas que revigoram as nossas vidas”, explica a mineira de Belo Horizonte, hoje moradora de Brasília (DF), que há mais de três décadas segue a lei do jejum.
Wesley Oliveira declarou sua fé em Bahá'u'lláh em 2011, e desde então vem se esforçando para familiarizar-se com as obrigações espirituais ensinadas por Ele. Este ano, o jovem de 18 anos fará o jejum pela primeira vez. “O jejum foi uma das leis que conheci mais recentemente, e eu vejo essa época do ano bahá'í como uma época de reflexão e de intensa oração, fé, devoção e respeito a Bahá’u’lláh”, comenta ele, que atualmente faz curso preparatório para o vestibular em Salvador (BA).
“Não é um período no qual se passa fome ou que se esquece do corpo, e sim um período de mudança pessoal e talvez coletiva... Confesso que estou meio tenso para o meu primeiro jejum, mas é com muito amor e dedicação que o farei, com fé, constância e firmeza”, emociona-se Wesley.
Tanto Wesley quanto Ceres relembram as palavras de Shoghi Effendi, o Guardião da Fé Bahá'í, quando afirma que o jejum é “essencialmente um período de meditação e oração, de recuperação espiritual, durante o qual o crente deve esforçar-se para fazer os ajustes necessários na sua vida interior, e para refrescar e revigorar as forças espirituais latentes na sua alma. O seu significado e efeitos são, portanto, de natureza essencialmente espiritual.”2
As recompensas dos 19 dias de jejum – seja ele somente espiritual ou também físico – são inúmeras. “A restrição energética na dieta para cerca de 500 calorias por dia, em períodos alternados, aumenta o tempo de vida e protege o cérebro e o sistema cardiovascular contra doenças relacionadas à idade, como mal de Parkinson ou de Alzheimer”, disse o pesquisador Mark Mattson, do National Institute on Ageing (NIA), em Baltimore, nos Estados Unidos3. Outros relatos científicos indicam que o jejum pode ser um grande aliado na luta contra o câncer e o diabetes.
Entretanto, o ato de jejuar deve vir acompanhado de uma consciência espiritual e material acerca de si mesmo. Por isso, a lei bahá'í do jejum prevê algumas exceções, que compreendem pessoas menores de 15 anos e maiores de 70, indivíduos que realizam trabalhos pesados ou que apresentem questões de saúde que exijam alimentação ou ingestão de líquidos (tais como gestantes, pessoas sob medicação, entre outros).
A jovem Cibele Castro – mãe do pequeno Theo, de 24 dias – conta que este ano não poderá jejuar por causa da amamentação do bebê. “Estarei amamentando o meu primeiro filho”, diz ela. “Como todos sabem, para produzir o leite materno em quantidade suficiente para o bebê é muito importante que a lactante não faça dietas com valor calórico abaixo de suas necessidades e as leis bahá`ís, em sua sabedoria, corroboram essa necessidade”, afirma Cibele. Ela conta que pretende usar o período para refletir e se esforçar por colocar em prática atributos tais como o desprendimento, a tolerância e o amor. “É uma ótima oportunidade de procurar elevar a alma e de nos aproximar da Vontade de Deus”, acredita.
Ao final do período do jejum, os bahá'ís comemoram a chegada do Ano Novo solar com a celebração do Náw-Ruz, realizada na noite do dia 20 de março. Trata-se de uma festa que reúne bahá'ís e seus amigos para agradecer pelas bênçãos alcançadas no ano que passou e celebrar o início de uma nova etapa em seu serviço à humanidade.
Para saber mais, acesse www.bahai.org.br/jejum.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

"Nova geração, nova educação ?"

Tema: "Nova geração, nova educação ?"
Data: 25 de fevereiro (sábado)
Hora: 20h-22h
Local: Auditório da Escola Horácio Bento de Gouveia (Escola
Junto ao Hospital Central do Funchal)
Organização:  Grupo Inter -Confessional da Madeira - GICM.




Bahá’u’lláh declara: “Considerai o homem como uma mina rica em jóias de inestimável valor. A educação, tão-somente, pode fazê-la revelar seus tesouros e habilitar a humanidade a tirar dela algum proveito”.

O espírito humano é inerentemente nobre e tem o potencial para continuamente crescer e desenvolver.

No contexto dos ensinamentos Bahá’ís, o desabrochar do potencial humano, é visto como um processo dinâmico e contínuo. 

É através deste processo que nos tornamos o nosso verdadeiro eu, que nos tornamos seres humanos. 

Dito doutro modo, ao contrário de afirmarmos “eu sou um ser humano”, os ensinamentos Bahá’ís sugerem que a forma mais correta seria “estou me tornando um ser humano” para cumprir o meu destino como humano.

(...)
Resumindo:
A Comunidade Bahá’i considera que a dimensão espiritual do ser humano é fundamental e que tanto nas suas capacidades físicas como racionais devem expressar o grande caudal de nobres ideais acumulado pela humanidade. 

O objetivo primordial da educação é nutrir as atitudes e as práticas que libertem o potencial humano e brindem as pessoas com a oportunidade de alcançar não só um maior grau de desenvolvimento técnico-profissional, como uma compreensão de quem somos, para que propósito existimos e, em consequência, que princípios hão-de reger as nossas vidas, pois o ser e fazer constituem dimensões inseparáveis de cada pessoa...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

[Assistência religiosa. Hospitais preparados para lidar com 11 religiões ], in jornal "I", Portugal, 2012/1/24

O enterro de um praticante da Fé Bahá’í deve acontecer a menos de uma hora do local onde tiver acontecido a morte. 

Os monges budistas não comem a seguir ao meio-dia. 
No islamismo, o cabelo do recém-nascido deve ser imediatamente cortado. 
Os mórmones não bebem chá e os hindus põem água do Ganges na boca dos doentes moribundos. 

A Direcção-Geral da Saúde publicou recentemente o “Manual da Assistência Espiritual e Religiosa Hospitalar”. 

Ao longo de 16 páginas, os profissionais de saúde aprendem os procedimentos a ter em conta quando lidam com doentes de 11 religiões, do momento do nascimento ao da morte, passando pelas exigências relacionadas com a comida e com os tratamentos.
 
Igreja adventista

alimentação

Quando o paciente estiver internado, o hospital deverá contactar os familiares “para saber qual é o seu regime alimentar preferido”: vegetariano ou omnívoro. 

Se for omnívoro, o doente não deve comer carne de porco. No que se refere às restantes carnes, os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia só comem animais que tenham “unha fendida e ruminem”.

Já os peixes têm de ter escamas e barbatanas. Nas aves, são admitidas as de capoeira, com excepção do pato e do ganso.

doença

A pedido do doente, é feita, no hospital, uma unção com azeite, em caso de doença grave ou prolongada. Também pode ser realizada a santa ceia, que inclui uma cerimónia de lava pés. As transfusões de sangue e a colheita e o transplante de órgãos são permitidos.


alimentação

Existe um período de jejum, do nascer ao pôr do Sol, durante 19 dias antes do novo ano bahá’í. Só estão dispensadas desta prática as crianças, os idosos, os doentes e as grávidas.

morte
O enterro deve acontecer a menos de uma hora de distância do local onde tenha acontecido a morte. Antes do funeral recita-se uma oração específica, por isso é preciso avisar a assembleia espiritual do falecimento. A cremação não é permitida.

 
Budismo

nascimento

A seguir ao parto, algumas famílias fazem questão de apresentar o recém--nascido a um monge para receber a bênção É importante assentar a hora, o minuto e o segundo do nascimento da criança, para que o seu horóscopo possa ser feito.

alimentação

É recomendado o regime vegetariano, mas não é obrigatório. Há uma prescrição específica: os monges não comem depois do meio-dia.

doença

O budista, alerta o manual, pode acreditar no poder de cura da oração de um monge, concentrada sobre o órgão doente.

morte

O doente moribundo deve ser deitado para o lado direito. Preferencialmente, deverá estar acompanhado por um monge ou um budista “credenciado” antes e depois da morte. Depois do óbito, o corpo é deixado em repouso durante dois ou três dias sem ser tocado. Caso isto não seja possível, o corpo deve tocado, em primeiro lugar no topo da cabeça.

Hinduísmo

nascimento

É importante, recomenda o manual, que se anote “rigorosamente” a hora, o minuto e o segundo do nascimento da criança, porque se acredita que toda a sua vida será determinada por esse momento. Há também a crença de que um membro inteligente e saudável da família deve adoçar a boca do recém--nascido. Aos seis dias de vida, o bebé é baptizado.

alimentação

A grande maioria dos hindus não come carne de vaca – considerada um animal sagrado.

doença

Os hindus acreditam que a lua cheia e a lua nova alteram o seguimento ou o início dos tratamentos e costumam usar vários amuletos e fórmulas sagradas em caso de doenças prolongadas.

morte

Normalmente, os hindus são cremados, mas os nados mortos e as crianças até aos dois anos são sepultados. A seguir à morte, é colocada água do Ganges na boca do defunto, ritual acompanhado com a recitação de mantras.
Islão

nascimento

O cabelo do recém-nascido deve ser cortado e deve-lhe ser feito o chamamento no ouvido direito e no esquerdo. A maternidade deve alimentar os amigos e familiares do bebé. Por volta dos sete anos, é obrigatório o rito da circuncisão.

alimentação
Não se deve dar carne de porco ao doente e deve respeitar-se o jejum do mês do Ramadão (estão dispensados os doentes, os idosos, as grávidas, as crianças até à puberdade e as mulheres que estejam no período menstrual).
 
doença

Os membros da comunidade dão muita importância às visitas aos doentes. É permitida a doação de órgãos, mas é proibido o transplante de glândulas genitais.

morte

A seguir à morte, os médicos podem tocar no corpo, mas só para retirar os cateteres e outros corpos estranhos. São os familiares que vestem o falecido. As mulheres lavam o corpo das mulheres e os homens os dos homens. O cadáver é enterrado, porque o islão não permite a prática da cremação.

Judaísmo

nascimento

A circuncisão dos rapazes deve ser feita aos oito dias de vida por um profissional da religião judaica.

alimentação

Deve privilegiar a carne kosher: animais ruminantes de casco fendido e aves domésticas devidamente abatidas e confeccionadas de acordo com a religião. A carne de porco é absolutamente proibida. Também não é permitido misturar produtos lácteos com qualquer tipo de carne. Devem ser usados louça e talheres descartáveis.

doença

Aos sábados e nos dias festivos não devem ser iniciados procedimentos médicos – só aqueles que sejam considerados urgentes ou indispensáveis.

morte

Assim que se perceba que a morte pode estar iminente, deve chamar-se a família ou um rabino e dar alguma privacidade ao grupo. Depois da morte, podem retirar-se cateteres, roupas e jóias, mas não se devem remover pensos que estejam a tapar feridas não cicatrizadas. O corpo deve ser envolvido num lençol lavado, tapando-se sempre a cara do falecido.

Mórmones

nascimento

As crianças são apresentadas à comunidade para serem abençoadas, mas só são baptizadas a partir dos oito anos.

alimentação

Não devem ser dadas aos doentes substâncias excitantes, como chás ou café. É comum que os pacientes façam orações de bênção ou de agradecimento antes das refeições.

doença

O doente poderá pedir para ser ungido com óleo por dois membros da igreja. 

Igreja ortodoxa

nascimento

Aos oito dias de vida é imposto um nome ao recém-nascido em casa ou na igreja. Ao 40.º dia, a criança é apresentada à comunidade e só nesta altura é que a mãe pode reentrar na igreja. Em caso de urgência, o bebé pode ser baptizado por qualquer leigo cristão.

alimentação

Antes de receber a comunhão, o crente fica normalmente em jejum total a partir da meia-noite da véspera. Também é habitual praticar-se o jejum às quartas e às sextas-feiras, dias em que não se come carne, peixe ou lacticínios. Porém, estas restrições não se aplicam em caso de indicações médicas em contrário.

doença

Antes de uma operação, um sacerdote vem ter com o paciente e reza com ele e com a família. É usual que o cristão ortodoxo leve consigo para o hospital ícones religiosos – como um crucifixo
à volta do pescoço. No caso de procedimentos médicos em que não se possam usar objectos metálicos, o objecto deve ser substituído por um cordel com uma cruz de madeira.

morte

Os funerais acontecem três dias a seguir ao falecimento.

Protestantes e evangélicos

morte

Quando for feita a higiene do falecido, podem-se cruzar os seus dedos, ainda que não seja um procedimento obrigatório. Pode colocar-se ainda uma cruz vazia e uma Bíblia aberta
na mesa de cabeceira. Os familiares costumam pedir um tempo de recolhimento e oração junto do corpo.

Testemunhas de jeová

nascimento

Não é permitido o baptismo de bebés.

alimentação

A comida não deve conter sangue ou derivados de sangue – como morcelas, fricassé ou carne não sangrada.

doença

Os doentes não devem ser visitados por líderes religiosos de outras confissões. Não são permitidas transfusões de sangue. No caso de ter acontecido uma cirurgia, os médicos devem procurar recuperar o sangue perdido através de uma máquina de recuperação. Não existe oposição ao transplante de órgãos.