domingo, 10 de abril de 2011

This is an amazing letter that was sent to people of Egypt by its own Baha'is

This is an amazing letter that was sent to people of Egypt by its own Baha'is:


(...) The challenge before us, then, is to initiate a process of consultation about the principles that are to inform the reshaping of our society. This is a painstaking task. To fashion from divergent conceptions a coherent set of principles with the creative power to unify our population will be no small accomplishment. However, we can be confident that every sincere effort invested for this purpose will be richly rewarded by the release, from our own selves, of a fresh measure of those constructive energies on which our future depends. In such a broadly based national conversation—engaging people at all levels, in villages and in cities, in neighbourhoods and in the home, extending to the grassroots of society and drawing in every concerned citizen—it will be vital that the process not move too quickly to the pragmatic and the expedient, and not be reduced to the deals and decisions involved in the distribution of power among a new elite who would presume to become the arbiters of our future.
      The ongoing and wide-scale involvement of the population in such a consultative process will go a long way towards persuading the citizenry that policy-makers have the creation of a just society at heart. Given the opportunity to participate in such a process, we will be confirmed in our newly awakened consciousness that we have ownership of our own future and come to realize the collective power we already possess to transform ourselves.

The Bahá’ís of Egypt, April 2011

(Mudando de assunto...)

Me parece interesante tenerlo, por si queremos compartirlo en casa con los amigos a los que invitamos, pues aunque la información no es mucha, sí se ve la diversidad y se contagia la alegría. Algunas de las frases que dicen pueden impactar sus almas y sus mentes, estoy segura.

Bueno, disfrutad de ello y un saludo,

Ana, 2011-04-11

domingo, 13 de março de 2011

ORAÇÕES E MEDITAÇÕES


Von: Natascha Schmoeller <denanesh@yahoo.com> Betreff: Oración de Protección; An: Datum: Sonntag, 13. März, 2011 15:37 Uhr
Para estos momentos fuertes como el que se esta viviendo en Japón, esta oracion viene bien.
“Cuando acontezcan sucesos naturales estremecedores, recordad la
fuerza y majestad de vuestro Señor, Quien todo lo escucha y lo ve, y decid: "El dominio es de Dios, Señor de lo visible y lo invisible, Señor de la creación."

(Bahá'u'lláh, El Kitáb-i-Aqdas)

 1 GLORIFICADO és Tu, ó Senhor, meu Deus! Todo homem de compreensão admite Tua soberania e Teu domínio, e todos os olhos que discernem percebem a grandeza da Tua majestade e a força predominante do Teu poder. Os ventos das provações não podem impedir que aqueles favorecidos com Tua proximidade volvam a face para o horizonte da Tua glória; as tempestades das vicissitudes inutilmente tentarão afastar de Tua corte aqueles devotados inteiramente à Tua vontade.
Parece-me que a lâmpada do Teu amor incandesce em seus corações, e a luz da Tua ternura está acesa no íntimo de suas almas. Adversidades não os alienam de Tua Causa; os reveses da fortuna jamais os farão desviarem-se de Teu agrado.
Imploro-Te, ó meu Deus, por eles e pelos suspiros emitidos de seus corações em seu afastamento de Ti, protege-os da má influência de Teus adversários e nutre suas almas com aquilo que destinaste a Teus bem-amados, aos quais nenhum receio atingirá, nem tristeza haverá de alcançar.





quinta-feira, 10 de março de 2011

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES, 2011, ponto de vista bahá'i

  
8 de março – Dia Internacional das Mulheres
Por Mary Caetana Aune-Cruz*
Há exatos 100 anos o mundo passou a celebrar, em 8 de março de cada ano, o Dia Internacional das Mulheres. A data fora definida no ano anterior pelos participantes de uma conferência das Nações Unidas como uma maneira de lembrar os países sobre a necessidade de se garantir que os direitos das mulheres fossem tratados com a devida consideração.

Muitos anos antes, em 1848, uma jovem persa de 36 anos atreveu-se a aparecer publicamente despida do véu que cobria seu rosto. Ela o fez por acreditar na Mensagem do Báb – Profeta Precursor da Fé Baháí – que dizia que mulheres e homens deveriam trabalhar juntos para o progresso da sociedade. Poetisa e teóloga, ela era reconhecida em seu meio pela eloquência com que defendia suas posições, nunca permitindo que as regras e convenções de sua sociedade a impedissem de atingir seu potencial. Esta jovem ficou conhecida como Tahirih, “A Pura” - a primeira mulher a aceitar a Fé de Baháulláh e a proclamar direitos iguais para mulheres e homens na antiga Pérsia.

Os próprios seguidores do Báb, reunidos em uma conferência na cidade de Badasht, incomodavam-se com a presença dessa bela mulher. Apesar de acreditarem na mensagem trazida pelo Manifestante de Deus, esses homens tinham sentimentos bastante fortes com relação à posição das mulheres na sociedade, e seria preciso tempo para que compreendessem e se acostumassem com a ideia da igualdade. Conta-se que a aparição de Tahirih sem o véu os deixou extremamente perturbados, e que um deles cortou a própria garganta ao vê-la daquela maneira.

Juntamente com outros Bábís, Tahirih sofreu inúmeras perseguições e exílios pelo receio que as autoridades tinham diante da influência dos princípios que defendiam na sociedade. Em 1852, ela foi presa na casa do governador de Teerã, sendo impedida de se comunicar com quem quer que fosse. Três meses depois, uma carta do próprio Rei – que já havia expressado admiração por sua beleza e erudição – dizia que ela seria libertada e teria o privilégio de ser tomada como sua esposa, desde que, na presença de dois clérigos, renegasse sua fé e se declarasse muçulmana. Sua resposta foi imediata: “Podem me matar assim que quiserem, mas não podem impedir a emancipação das mulheres!”.

Tahirih foi estrangulada com um lenço que ela própria escolheu e seu corpo foi então jogado em um poço. Passados mais de 160 anos desde que essa luta começou a se popularizar, episódios de violência, discriminação e repressão às mulheres ainda são comuns em todos os países do mundo. No Brasil, a cada cinco segundo uma mulher é vítima de violência. Nos Estados Unidos e na Europa, a “coisificação” das mulheres ainda reproduz uma ideologia de culto ao corpo em detrimento do potencial humano de contribuição que podem oferecer à sociedade. Em vários países da África, a mutilação genital ainda é tida como uma questão de tradição, ignorando o fato de que o corpo é o templo da alma humana e precisa ser preservado. Na Índia, as taxas de infanticídio contra meninas seguem altas, devido ao fato de as famílias não terem condições de arcar com o dote que corresponde ao casamento de suas numerosas filhas. Na América Latina, o serviço doméstico priva uma quantidade absurda de meninas e jovens de darem seguimento a seus estudos, além de expô-las a uma dura realidade de abusos psicológicos, laborais e sexuais. Infelizmente, esta lista poderia se estender por longas páginas...

Apesar disso, assim como Tahirih, um número crescente de mulheres por todo o mundo seguem contribuindo ombro a ombro com os homens justos para a melhora de suas comunidades, dotadas de muita perseverança e fé na igualdade que buscam conquistar. Cada vez mais, elas têm ocupado funções de destaque na sociedade, seja em termos da liderança familiar e comunitária, no comando de grandes empresas públicas e privadas ou nos governos. Estudos revelam que, uma vez que chegam ao poder, dificilmente perdem sua influência. O exemplo das vidas dessas mulheres demonstra que a resposta adequada à opressão não está em sucumbir em resignação nem em assumir as características do opressor. Transcender a opressão só é possível por meio de uma força interior que protege a alma da amargura e do ódio e que dá sustento à ação consistente, baseada em  princípios como a justiça, a unidade e a promoção da paz.

Baháulláh ensina que o equilíbrio entre o masculino e o feminino é a única forma de fazer com que a humanidade possa avançar. Enquanto as energias puramente masculinas dominam as esferas de tomada de decisão, é impossível garantir que o desenvolvimento ocorra de maneira plena. As guerras persistirão, as desigualdades crescerão e o meio ambiente continuará a sofrer, trazendo consequências nefastas para toda a população mundial. Isso não significa que as mulheres seriam “mais pacíficas”, “mais justas” ou “mais conscientes”; antes, quer dizer que ignorar a contribuição potencial feminina – que corresponde a mais da metade da população mundial total – nos impede, enquanto coletividade, de enxergar a realidade de maneira integral e buscar soluções eficientes para os problemas que afligem a humanidade.

A igualdade já é uma realidade em termos espirituais, visto que a alma não tem sexo. Resta-nos trabalhar para que ela possa se refletir também em nossa realidade material, garantindo a participação das mulheres em todos os campos de atividade humana a fim de estabelecer o clima moral e psicológico necessários para o estabelecimento da paz internacional e do progresso de uma nova civilização mundial.


* Mary Caetana Aune-Cruz é cientista política pela Universidade de Brasília (UnB) e membro da comunidade baháí.
Fonte: Agência Bahá'í de Notícias [aben@bahai.org.br], 2011-03-08


Investigue mais…
http://www.bahai.org/

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A FÉ BAHÁ NA VISÃO DE DOIS JORNALISTAS - Colette Gouvion/Philippe Jouvion, 1996, in "Os Jardineiros de Deus"







(Continua em Março 2011)

Os Novos Jardins Suspensos do Monte Carmelo:
Baha'ís inauguram espaço verde em Haifa
by Antonio Marujo
Published in Jornal Publico
Lisbon (Portugal): 2001-05-23

Um quilómetro de jardins como símbolo de esperança na paz no Médio Oriente e no mundo

O momento mais esperado deu-se ontem, ao pôr do sol, um quarto de hora antes de o primeiro-ministro de Israel falar sobre a violência que se tem registado na Terra Santa: mais a norte, em Haifa, perante cerca de quatro mil convidados, as novas escadarias, terraços e jardins que circundam o Santuário do Báb, no Monte Carmelo, iluminaram-se e desenharam os contornos dos jardins suspensos e do edifício mais importante da fé bahá'í. Na altura, foi lida uma pequena mensagem da Casa Universal da Justiça (CUJ), a instituição dirigente da comunidade bahá'í mundial.

"Tem um valor simbólico, não pela obra em si, mas por aquilo que ela significa de esperança, mesmo para a região do Médio Oriente em que se situa", diz ao PÚBLICO Mário Mota Marques, 59 anos, director da comunidade bahá'í de Portugal para os assuntos externos. "Haifa é uma cidade em que quase nunca houve conflitos nem mortes. Nela coexistem judeus, bahá'ís, cristãos, muçulmanos. Não digo que seja porque o nosso fundador, Bahá'ulláh, está lá sepultado. Mas queremos mostrar, com estes jardins, que acreditamos que a paz chegará, não só para a região, mas para todo o mundo."

O cenário assemelha-se a Lisboa, vista do alto do Parque Eduardo VII: um jardim que se estende por um quilómetro, antes de uma área urbanizada e do Mediterrâneo, ao fundo. Os jardins têm uma diferença de 250 metros de altura entre os seus pontos extremos. Para os baha'ís, a natureza é a personificação do criador: Os novos terraços do Santuário do Báb têm vegetação proveniente de diferentes pontos do globo e pretendem ser um presente à humanidade, como sinal do propósito baha'í de transformar os corações das pessoas e dos povos, para criar uma comunidade global diversificada e unida.

Os Baha'ís, cuja Fé assume parcelas das diferentes religiões, encaram também os jardins como um elemento importante para os diferentes credos ou filosofias. Desde o Éden da Bíblia judaico-cristã, arquétipo do paraíso e referência de todos os jardins, adornado com todos os animais, frutas, flores, plantas e árvores inimagináveis, onde a água corre sempre fresca e límpida; passando pelos jardins suspensos da Babilónia, uma das sete maravilhas do mundo antigo; ou pelos jardins de Versalhes, reflexo do rei Luís XIV; pelos jardins do Vaticano, construídos para deleite dos papas; ou pelos jardins japoneses, que pretendem imitar a natureza, valorizando a idade, a fragilidade, a simplicidade e o mistério; e vindo até aos mais prosaicos e actuais jardins de bairro, que permitem desfrutar de um espaço verde no meio da betão e do asfalto, os jardins são o melhor sítio, dizem os baha'ís citando Bernard Shaw, para encontrar Deus.

Entre os convidados que, ontem, usufruíram dos novos jardins do Monte Carmelo pela primeira vez, estavam 2600 membros da comunidade bahá'í (dos quais 29 portugueses), representantes do Governo israelita, diplomatas estrangeiros e chefes das várias religiões presentes em Israel. De manhã, a habitual rubrica "Bons dias Israel", que abre o noticiário televisivo das 7h00, tinha sido feita por Albert Lincoln, secretário-geral universal dos baha'ís, que, em hebraico, acrescentou um voto pela paz na região.

A música compôs o resto da cerimónia. Preparada de propósito para a ocasião, uma oratória do norueguês Lasse Thoresen e uma sinfonia do compositor Tolib Shahidi, do Tajiquistão, tentaram transmitir em sons o que deleitava os olhos das pessoas. "Terraços de luz", a oratória de Thoresen baseada na "Tábua do Carmelo", de Bahá'u'lláh, traduz os sofrimentos e as realizações do profeta fundador da fé bahá'í. "Oh! Rainha do Carmelo!" evoca o Santuário do Báb, com referências musicais que vão desde o Oriente Antigo até ao Irão e ao Tajiquistão.

Quarta-feira, 23 de Maio de 2001
Uma Montanha Sagrada

O Monte Carmelo, em Haifa, no Norte de Israel, é considerado sagrado por judeus, cristãos, muçulmanos e bahá'ís. Ali já foram encontrados esqueletos humanos com vários milhares de anos, Pitágoras terá permanecido nas suas colinas durante a sua viagem ao Egipto e, já com a ocupação judaica da região, o profeta Elias também ali esteve alojado. Há lendas que contam que a família de Jesus também ali teria passado e muitos cruzados cristãos peregrinaram até à montanha. Nesse tempo, muitos eremitas cristãos para ali foram, procurando uma outra forma de viver a sua fé - e daí viria a fundação da Ordem do Carmo, ou carmelitas. Depois, foi a vez dos drusos, que vieram do Líbano no século XVI, ali se estabelecerem. Em 1891, Bahá'u'lláh levantou no Carmelo a sua tenda, tornando o Monte um lugar sagrado para os bahá'ís de todo o mundo.

QUEM SÃO E O QUE QUEREM OS BAHÁ'ÍS?

Como apareceu esta religião?

Em 1844, um jovem persa, conhecido por Báb (que significa "a porta"), anunciou que era o percursor de uma figura espiritual. Báb foi considerado herético e martirizado em 1850, mas Bahá'u'lláh (em português, "a glória de Deus"), seguiu a sua causa e, em 1853, teve a indicação de que era ele o prometido anunciado. Foi igualmente perseguido pelo clero islâmico da Pérsia, o que o obrigou ao exílio. Acabou por morrer em 1892, depois de ter escrito o que os seus seguidores consideram escrituras inspiradas, tendo sido sepultado em Haifa.

Quais são os seus princípios básicos?

Os baha'ís acreditam que todas as religiões têm uma origem divina. Defendem a unidade do género humano, a paz universal, a harmonia entre a ciência e a religião, bem como a igualdade de direitos entre o homem e a mulher. Pensam que é possível buscar a verdade de uma forma independente e pugnam pela eliminação dos preconceitos e pela educação obrigatória universal.

Quantos são os baha'ís?

Actualmente, há mais de cinco milhões de baha'ís presentes em 235 países e territórios de todo o mundo, abarcando crentes de 2100 grupos étnicos diferentes. A sua literatura foi traduzida já em 740 idiomas. Em Israel, por vontade do fundador, e no Vaticano, não há comunidade bahá'í local - em Israel, um judeu que se queira juntar à comunidade bahá'í tem que o fazer noutro país, renunciando a viver no estado judaico. Em Portugal, a comunidade baha'í conta com comunidades em mais de 150 localidades do continente e das regiões autónomas.

Como foram construídos os jardins?

Os baha'ís contribuem, uma vez na vida, com 19 por cento da totalidade dos seus bens para a comunidade. A obra ontem inaugurada foi financiada desse modo, sem apoios governamentais. Os crentes também ajudaram a construir os jardins, pois a peregrinação a Haifa, por períodos de dois anos e meio, faz parte das suas obrigações. Os serviços e instalações da comunidade são, desse modo, mantidos pelo trabalho dos baha'ís de todo o mundo.
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 (Aprofundando os temas....)
O calendário bahá'í
Baseado no ano solar, o calendário bahá'í é dividido em 19 meses de 19 dias1, sendo cada nome de cada mês um dos atributos de Deus. O jejum acontece no último mês do calendário bahá'í, que leva o nome de Sublimidade (ou 'Aláh', no original em árabe). Trata-se de uma preparação para o Náw-Ruz, o Ano Novo bahá'í, celebrado em 21 de março.
 Para saber mais sobre o calendário bahá'í, acesse http://www.bahai.org.br/secext/arquivos/5-7-2010/Calendario-Bahai.pdf.
Mais informações sobre o jejum, incluindo links para páginas que apresentam os horários do nascer e por do sol, estão disponíveis em www.bahai.org.br/jejum.

BBC - Religion: Bahá'í

The Bahá'í faith is one of the youngest of the world's major religions. It was founded by Baha'u'llah in Iran in the 19th century. ...
www.bbc.co.uk/religion/religions/bahai/ -
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sábado, 25 de dezembro de 2010

`Abdu'l-Bahá

`Abdu'l-Bahá (1844-1921)

Retrato de `Abdu'l-Bahá.
Retrato de `Abdu'l-Bahá.


Desde a primeira infância,`Abbás Effendi, o filho mais velho de Bahá'u'lláh, compartilhou os sofrimentos e exílios do Seu pai. 

Escolheu para Si próprio o título de `Abdu'l-Bahá, o "servo de Bahá". 

Bahá'u'lláh designou-O como o único intérprete autorizado dos ensinamentos bahá'ís e o dirigente da Fé após o Seu próprio falecimento.

Em`Abdu'l-Bahá podia-se ver um perfeito exemplo do modo de vida bahá'í.
Enquanto `Abdu'l-Bahá era ainda um prisioneiro do governo otomano, os primeiros peregrinos bahá'ís do Ocidente desembarcaram em `Akká, em 1898. 

Após a Sua libertação em 1908, `Abdu'l-Bahá realizou uma série de viagens, as quais, no período de 1911 a 1913, O levaram à Europa e à América do Norte. 

Em todos os lugares por onde passou, Ele proclamou a mensagem de unidade e justiça social de Bahá'u'lláh a congregações religiosas, sociedades pacifistas, membros de sindicatos de trabalhadores, universidades, jornalistas, oficiais do governo e muitas audiências públicas.
`Abdu'l-Bahá faleceu em 1921, tendo consolidado os alicerces da Fé Bahá'í e ampliado grandemente o seu alcance. 

O Santuário do Báb, onde Ele se encontra sepultado, é um lugar de peregrinação para todos os bahá'ís em visita ao Centro Mundial da Fé Bahá'í.


'Abdu'l-Baha with Baha'is in Germany

'Abdu'l-Baha in Paris, 1912

Passmore Edwards Settlement Hall in London, England

'Abdu'l-Baha in Bristol, England, September 1911

'Abdu'l-Baha in London

'Abdu'l-Baha in Paris

'Abdu'l-Baha in Paris with some Baha'is

'Abdu'l-Baha leaves the United States

'Abdu'l-Baha at Green Acre, 1912

'Abdu'l-Baha at Stanford University

'Abdu'l-Baha in Green Acre

'Abdu'l-Baha in Dublin, New Hampshire, August 1912

'Abdu'l-Baha in Green Acre

'Abdu'l-Baha with Sarah Farmer, Green Acre, 1912

October 12, 1912 -- at Berkeley, California

At Stanford Junior University, California 1912

1912 Chicago -- 'Abdu'l-Baha with friends in a park

At Green Acre

At First Unitarian Church in San Francisco

1912 -- in Chicago with His entourage

'Abdu'l-Baha in Stuttgart Germany, 1913

1913 -- Esslingen Germany, 'Abdu'l-Baha with Children

'Abdu'l-Baha with Persian Consul-General in US, 1912

'Abdu'l-Baha in St Paul Minneapolis, 1912

1912 -- 'Abdu'l-Baha with the children of Ali-Kuli Khan and Florence

'Abdu'l-Baha in Chicago, 1912

'Abdu'l-Baha at Green Acre August 16-23, 1912

At Parson's Home; In Cleveland, Ohio; and at a Youth Camp

May 1912: In Chicago and at Temple Site

From: F Parsa <faramarzparsa@comcast.net>
Subject: Abdul-Baha's Photos
To: "F Parsa" <
faramarzparsa@comcast.net>
Date: Tuesday, September 21, 2010, 2:16 AM

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Fé Bahá'í Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



A Fé Bahá'í ou bahaísmo é uma religião monoteísta fundada por Bahá'u'lláh, na Pérsia durante o século XIX, que enfatiza a unidade espiritual da humanidade. 

Trata-se de uma religião independente que possui as suas próprias leis, escrituras sagradas, administração e calendário

Mas não possui dogmas, clero, nem sacerdócio. 

Estima-se que existam cinco a seis milhões de Bahá'ís espalhados por mais de 200 países e territórios.
Os ensinamentos Bahá'ís atribuem grande importância ao conceito de unidade das religiões. 

A história religiosa da humanidade é vista como um processo de desenvolvimento gradual, em que surgem diversos Mensageiros Divinos com ensinamentos adequados às necessidades de cada momento e à maturidade de cada povo. 

Esses mensageiros incluem Krishna, Abraão, Buda, Jesus, Maomé e, mais recentemente, O Báb, Bahá'u'lláh

Segundo os ensinamentos Bahá'ís, a humanidade encontra-se num processo de evolução colectiva a caminho de uma civilização mundial, e as suas necessidade actuais centram-se, essencialmente, no estabelecimento gradual da paz, justiça e unidade a uma escala global.

A palavra Bahá'í pode ser usada para referir a Fé Bahá'í ou os seguidores desta religião. Esta palavra deriva do termo árabe "Bahá" (بهاء) que significa glória ou esplendor.
Leia o artigo original completo 


Portal da Fé Bahá’i em Portugal

RTP – “Caminhos” – Programas religiosos

Patrícia Diguê , in revista brasileira ISTO É, 2010-10-29


INFORMAÇÃO

A Toda a Comunidade


Queridos Amigos,

Os programas TV (na RTP2) "A Fé dos Homens" mudaram de horário e passaram a ser emitidos às 18H00.  Portanto os nossos programas "A Terra é um só País" serão transmitos entre as 18:00H e as 18:30H.

Informem, por favor, todos os amigos que não têm email sobre esta alteração.

O próximo programa será emitido no próximo dia 8 (2ª feira) e o tema será "Baha'u'llah", pois estamos próximo da data de nascimento de Baha'u'llah.

Em 20 de Dezembro teremos mais um programa de TV com o Geração Viva! (Informaremos depois o tema).

Lembramos, ainda, que existe na internet um canal no YouTube onde se encontram os programas emitidos na RTP2:
http://www.youtube.com/user/BahaisPortugal
Saudações a todos,

COMUNIDADE BAHA'I DE PORTUGAL
Gabinete de Assuntos Externos, 2010/11/05